ACERVO FOTOGRÁFICO KLAUS WERNER

Exposição Virtual

A exposição pode ser também apreciada pelas pessoas com deficiência visual pois conta com audiodescrição, recurso de acessibilidade comunicacional que transforma imagens em palavras.

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Fotografia em preto e branco da peça A Morte do Caxeiro Viajante.
Cleyde Yáconis, Leonardo Villar e Juca de Oliveira.

A Morte do Caxeiro Viajante

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco de uma cena da peça: A Morte do Caxeiro Viajante, de Arthur Miller, com direção de Flávio Rangel, apresentada no Teatro Brasileiro de Comédia, em 1962. O personagem Biff Loman, interpretado por Leonardo Villar, de pijama claro, está ajoelhado aos pés de Linda, interpretada por Cleide Yáconis. Em pé atrás deles, observando a cena, está o irmão Happy Loman, interpretado por Juca de Oliveira, também de pijama. Biff é um homem de cabelos pretos repartidos de lado, tem olhos pequenos. Ele enlaça a cintura de Linda, olhando em seus olhos. Linda é uma mulher de cabelos louros curtos. Ela usa um robe longo sobre camisola de gola, ambos claros. Ela acaricia o rosto de Biff e está com um casaco preto sobre seu colo. O cenário representa o interior de uma casa. Eles estão na copa com mesa coberta por toalha xadrez, uma geladeira ao fundo, sobre a qual está um escorredor com louças e um troféu. Na parte superior, ao fundo, o quarto com duas camas de solteiro.

A Morte do Caxeiro Viajante

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco de uma cena da peça: A Morte do Caxeiro Viajante, de Arthur Miller, com direção de Flávio Rangel, apresentada no Teatro Brasileiro de Comédia, em 1962. O personagem Biff Loman, interpretado por Leonardo Villar, de pijama claro, está em pé no quarto, no meio de duas camas de solteiro. À direita, sentado em uma das camas, está o irmão Happy Loman, interpretado por Juca de Oliveira, também de pijama. Biff é um homem de cabelos pretos repartidos de lado, tem olhos pequenos. Happy tem os cabelos crespos penteados para trás. Ele olha para Biff, com o braço apoiado nos pés da cama. Ao fundo, atrás da cama da esquerda, um cabideiro pregado na parede, com um chapéu e a bandeira dos Estados Unidos. Atrás da cama da direita, prateleiras com troféus.

Fotografia em preto e branco da peça A Morte do Caxeiro Viajante.
Leonardo Villar e Juca de Oliveira.
Fotografia em preto e branco da peça A Morte do Caxeiro Viajante.
Dionísio Azevedo e Elísio de Albuquerque.

A Morte do Caxeiro Viajante

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco de uma cena da peça: A Morte do Caxeiro Viajante, de Arthur Miller, com direção de Flávio Rangel, apresentada no Teatro Brasileiro de Comédia, em 1962. O personagem Willy Loman, interpretado por Dionísio de Azevedo, está em pé no meio da sala, com um braço esticado a frente do corpo, a cabeça um pouco inclinada para direita, a boca entreaberta, como se estivesse falando. Atrás dele está Tio Ben, interpretado por Elísio de Albuquerque, com terno preto, parado olhando para Willy, segurando uma mala pequena em uma mão e a capa e o chapéu na outra. Willy Loman tem os cabelos grisalhos, crespos, penteados para trás, os olhos pequenos, a boca grande. Usa camisa de mangas longas branca, suspensórios e calça preta.

O Melhor Juiz, o Rei

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco de uma cena da peça: O Melhor Juiz, O Rei, de Lope de Vega, com direção de Augusto Boal, apresentada no Teatro de Arena, em 1963. O personagem Pelaio, interpretado por Gianfrancesco Guarnieri, está em pé com a mão apoiada no ombro direito de Sancho, interpretado por Juca de Oliveira. Sancho está ajoelhado com uma coroa de metal na cabeça, com uma pequena cruz no topo; colete preto sobre blusa de mangas bufantes branca. Pelaio tem cabelos lisos penteados de lado, sobrancelhas grossas e bigode; usa colete de pele sobre blusa branca, cinturão com um objeto oco e cônico pendurado semelhante a um pequeno berrante, e calça surrada. Sancho segura no cinto de Pelaio e os dois se encaram com fisionomia séria.

Fotografia em preto e branco da peça O Melhor Juiz, O Rei.
Gianfrancesco Guarnieri e Juca de Oliveira
Fotografia em preto e branco da peça O Melhor Juiz, O Rei.
João José Pompeo, Gianfrancesco Guarnieri, Dina Sfat e Abrahão Farc.

O Melhor Juiz, o Rei

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco de uma cena da peça: O Melhor Juiz, O Rei, de Lope de Vega, com direção de Augusto Boal, apresentada no Teatro de Arena, em 1963. O personagem D. Tello, interpretado por João José Pompeo, está em pé com o braço dobrado, a mão aberta para frente, gesticulando como se estivesse falando, sobre uma plataforma de tábuas largas. Aos seus pés estão Pelaio, interpretado por Gianfrancesco Guarnieri, ajoelhado de braços abertos, a camponesa Joana, interpretada por Dina Sfat, com lenço na cabeça e um leve sorriso, e D. Nuno, interpretado por Abrahão Farc, com barba longa branca. D. Tello tem os cabelos pretos penteados para frente, cavanhaque pontudo e bigodes. Usa colete sobre blusa com babados brancos e mangas largas bordadas, calça escura bufante e botas de cano longo. Atrás dele, um banquinho de madeira.

O Melhor Juiz, o Rei

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco, em plano americano (dos joelhos para cima), de uma cena da peça: O Melhor Juiz, O Rei, de Lope de Veja, com direção de Augusto Boal, apresentada no Teatro de Arena, em 1963. Sancho, interpretado por Juca de Oliveira, está ajoelhado em um dos joelhos, com o braço direito dobrado à frente do rosto, e a mão fechada. Ele olha para cima e está com a outra mão entre as mãos de Elvira, interpretada por Joana Fomm, que está agachada à direita, com o rosto encostado na mão dele e olhar distante. Ela tem os cabelos curtos escuros, os olhos grandes, as feições delicadas. Usa vestido claro longo com mangas bufantes e farto decote.

Fotografia em preto e branco da peça O Melhor Juiz, O Rei.
Juca de Oliveira e Joana Fomm.
Fotografia em preto e branco da peça O Pagador de Promessas.
Leonardo Villar.

O Pagador de Promessas

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco, de uma cena da peça: O Pagador de Promessa, de Dias Gomes, com direção de Flávio Rangel, apresentada no Teatro Brasileiro de Comédia, em 1960. O personagem Zé-do-burro, interpretado por Leonardo Villar, segura com as duas mãos uma grande cruz branca de madeira, na horizontal. Zé do Burro é um homem branco, magro, de cabelos fartos e negros e olhos pequenos. Ele está com o tronco ligeiramente inclinado para frente com o peso da cruz, a perna esquerda flexionada parecendo caminhar com dificuldade, os lábios entreabertos, o olhar fixo para o lado direito. Usa camisa de mangas longas e calça risca-de-giz. Atrás dele, o cenário composto de casas velhas, com paredes sujas, uma delas tem janelas em arco sem vidros.

O Pagador de Promessas

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco, de uma cena da peça: O Pagador de Promessa, de Dias Gomes, com direção de Flávio Rangel, apresentada no Teatro Brasileiro de Comédia, em 1960. O personagem Zé-do-burro, interpretado por Leonardo Villar, de perfil, beija a mão de Padre Olavo, interpretado por Dionísio Azevedo, de batina preta, com vários botões. Zé-do-Burro é um homem branco, magro, de cabelos fartos e negros, desgrenhados, olhos pequenos. Ele usa camisa de mangas longas. O padre Olavo é um homem branco, de cabelos grisalhos, com topete bem penteado. Os dois se encaram. Atrás deles, uma grande porta dupla entalhada, que está fechada, possivelmente a porta da igreja.

Fotografia em preto e branco da peça O Pagador de Promessas.
Leonardo Villar e Dionísio Azevedo.
Fotografia em preto e branco da peça O Pagador de Promessas.
Nathália Timberg e Leonardo Villar.

O Pagador de Promessas

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco, de uma cena da peça: O Pagador de Promessa, de Dias Gomes, com direção de Flávio Rangel, apresentada no Teatro Brasileiro de Comédia, em 1960. O personagem Zé-do-burro, interpretado por Leonardo Villar, carrega uma grande cruz branca de madeira sobre o ombro esquerdo. Atrás dele, Rosa, sua mulher, interpretada por Nathália Timberg, de vestido florido, com decote redondo contornado de rendinha. Zé-do-burro é um homem branco, magro, de cabelos fartos e negros, olhos pequenos. Rosa é uma mulher branca, magra, de cabelos curtos e olhos grandes. Ambos olham para cima.

Os Monstros

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco de uma cena da peça: Os Monstros, de Denoy de Oliveira, com direção de Jerome Savary, apresentada no Teatro Ruth Escobar, em 1969. A travesti, personagem interpretada por Raul Cortez, de vestido claro curtíssimo na frente e bem longo e amplo atrás, como uma capa com as pontas presas aos punhos, com babadinhos e flores na bainha, está com os braços abertos, um deles para cima, as pernas de fora, uma ligeiramente flexionada, os pés descalços, sobre uma plataforma de madeira. À direita, em pé e de perfil, está o monstro, interpretado por Luís Carlos Arutin, olhando sorridente para ela. A travesti é branca, magra, calva no alto da cabeça, com cabelos ondulados nas laterais, olhos grandes com maquiagem carregada e batom nos lábios. O monstro é um homem branco, baixo, de cabelos curtos pretos e anelados, olhos escuros e fundos, pintados de preto. Usa colete preto sobre camisa branca com babados na frente, calça preta e uma capa acetinada até os joelhos. Segura uma bengala e uma cartola.

Fotografia em preto e branco da peça Os Monstros.
Raul Cortez e Luis Carlos Arutin
Fotografia em preto e branco da peça Os Monstros.
Kléber Macedo.

Os Monstros

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco em plano médio (da cintura para cima), de uma cena da peça: Os Monstros, de Denoy de Oliveira, com direção de Jerome Savary, apresentada no Teatro Ruth Escobar, em 1969. O monstro, interpretado por Kléber Macedo, com um vestido de tecido fino com decote V, está com os braços abertos, a cabeça inclinada para trás, a boca entreaberta. No alto, uma luz forte ilumina e evidencia seu rosto e parte de seus braços. O monstro é branco, tem cabelos longos em tranças finas e assemelha-se a uma mulher.

Os Monstros

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco de uma cena da peça: Os Monstros, de Denoy de Oliveira, com direção de Jerome Savary, apresentada no Teatro Ruth Escobar, em 1969. O monstro, personagem interpretado por Luís Carlos Arutin, está inclinado sobre a travesti, interpretada por Raul Cortez, com a boca aberta, os dentes pontudos, parecendo que vai morder o pescoço dela, cobrindo-a parcialmente com sua capa de cetim. A travesti de vestido de tecido fino claro, com um tipo de capa ampla atrás presa nos pulsos, é branca, magra, calva no alto da cabeça com cabelos ondulados nas laterais. Ela está inclinada para o lado esquerdo, com os olhos arregalados, os lábios entreabertos e a mão espalmada. O monstro é um homem branco, de cabelos, sobrancelhas e bigode fartos e pretos. Tem os olhos grandes e fundos pintados de preto.

Fotografia em preto e branco da peça Os Ossos do Barão.
Cleyde Yáconis, Lélia Abramo, Rubens de Falco e Otello Zeloni.

Os Ossos do Barão

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco de uma cena da peça: Os Ossos do Barão, de Jorge Andrade, com direção de Maurice Vaneau, apresentada no Teatro Brasileiro de Comédia, em 1963. O personagem Egisto Girotto, interpretado por Otello Zeloni, com camisa branca de mangas longas dobradas e calça acinzentada, está em pé em uma ampla sala, segurando uma grande peneira e jogando terra escura para cima. Egisto é um homem branco, parcialmente calvo, de olhos grandes e fundos. Ele é observado por Verônica, interpretada por Cleide Yáconis, Bianca, interpretada por Lélia Abramo e Miguel Camargo, interpretado por Rubens de Falco. Verônica é loura, usa conjunto de saia e casaquinho xadrez; Bianca tem os cabelos escuros com uma mecha grisalha, presos em coque e usa vestido estampado. As duas estão sentadas, uma em uma banqueta e a outra em cadeira com pés torneados. Miguel está em pé, de terno preto, camisa branca e gravata, segurando uma taça. Eles estão em volta de uma mesinha redonda sobre a qual está uma bandeja e duas taças. O cenário representa uma sala de estar, com parede coberta com papel floral, duas fotos emolduradas de um homem e uma mulher idosos, uma marquesa com encosto de madeira entalhada e assento de palhinha e uma pequena mesa com um jarro de porcelana decorado. Dos dois lados, portas duplas altas abertas, com uma janela de vidro iluminada, vaso com arranjo de ramos secos.

Os Ossos do Barão

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco de nove atores da peça: Os Ossos do Barão, de Jorge Andrade, com o diretor, Maurice Vaneau, todos sorridentes, segurando velas brancas acesas, no cenário da peça, posando para foto. A peça foi encenada no Teatro Brasileiro de Comédia, em 1963. Sentados no chão da esquerda para direita estão: Lélia Abramo (Bianca), Otello Zeloni (Egisto Ghirotto), Cleide Yáconis (Verônica). Logo atrás, sentadas, em um plano um pouco mais alto, estão Dina Lisboa (Ismalia), Lea Surian (Lucrécia) e Marina Freire. Mais ao fundo, em pé, estão Rubens de Falco (Miguel Camargo), Araci Balabanian (Izabel) e o Diretor Maurice Vaneau. Acima de todos, Hedy Siqueira (copeira). O cenário representa uma sala de estar, com parede coberta com papel floral, duas fotos emolduradas de um homem e uma mulher, com uma peneira e duas enxadas cruzadas penduradas no centro. Duas mesas pequenas com um jarro de porcelana decorado estão uma de cada lado da marquesa torneada com assento de palhinha.

Fotografia em preto e branco da peça Os Ossos do Barão.
Lélia Abramo (Bianca), Otello Zeloni (Egisto Ghirotto), Cleide Yáconis (Verônica). Logo atrás, sentadas, em um plano um pouco mais alto, estão Dina Lisboa (Ismalia), Lea Surian (Lucrécia) e Marina Freire. Mais ao fundo, em pé, estão Rubens de Falco (Miguel Camargo), Araci Balabanian (Izabel) e o Diretor Maurice Vaneau. Acima de todos, Hedy Siqueira (copeira)
Fotografia em preto e branco da peça Os Ossos do Barão.
Otello Zeloni, Aracy Balabanian, Maurice Vaneau e Cleyde Yáconis.

Os Ossos do Barão

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco de Otello Zeloni, Aracy Balabanian e Cleide Yáconis, atores do espetáculo Os Ossos do Barão, com o diretor Maurice Vaneau, todos sorridentes, trocando olhares. Aracy Balabanian, que interpreta Izabel, de vestido sem mangas escuro, está sentada ao lado de Cleide Yáconis, que interpreta Verônica. Cleide usa vestido sem mangas de bolinhas e olha para o diretor, em pé atrás dela. Otelo Zeloni está ao lado dele, atrás de Aracy. Ao fundo, parede coberta com papel floral, duas fotos emolduradas de um homem e uma mulher, com um peneira e duas enxadas cruzadas penduradas no centro.

Os Ossos do Barão

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco de Cleide Yáconis e Otelo Zeloni, dentro da bilheteria do Teatro Brasileiro de Comédia, onde está sendo apresentada a peça: Os Ossos do Barão, de Jorge Andrade, com direção de Maurice Vaneau. Eles estão atrás de um vidro com dois círculos vazados, falando ao telefone. Cleide Yáconis é uma mulher loura, com cabelos lisos curtos; usa um vestido sem mangas xadrez. Está com o cotovelo sobre o balcão interno, segurando um cigarro entre os dedos e na outra mão segura o telefone. Otelo Zeloni, a seu lado, é um homem calvo, usa camisa de mangas curtas. No alto da parede externa da bilheteria, informações sobre o espetáculo e mais abaixo, um balcão preto de bordas arredondadas.

Fotografia em preto e branco da peça Os Ossos do Barão.
Cleyde Yáconis e Otello Zeloni na bilheteria do TBC.
Fotografia em preto e branco da peça Os Ossos do Barão.
Aracy Balabanian e Cleide Yáconis.

Os Ossos do Barão

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco, em plano médio (da cintura para cima), de uma cena da peça: Os Ossos do Barão, de Jorge Andrade, com direção de Maurice Vaneau, apresentada no Teatro Brasileiro de Comédia, em 1963. A personagem Isabel, interpretada por Aracy Balabanian, de vestido claro sem mangas, está sentada próximo a uma mesinha redonda e Verônica, interpretada por Cleide Yáconis, abraça os ombros dela. Isabel é uma mulher branca, magra, com cabelos pretos e fartos na altura dos ombros, com as pontas viradas para fora, olhos grandes. Está com os lábios ligeiramente entreabertos e olhar distante. Verônica é uma jovem branca, de cabelos louros curtos, penteados de lado, sobrancelhas escuras e olhos delineados. Ela está com o tronco inclinado à frente, apoiada em uma mesinha redonda, com a mão no braço de Isabel, olhando para o rosto dela. Atrás delas, uma parede com papel florido, uma porta dupla aberta, uma janela de vidro iluminada e um corrimão de madeira escura.

Yerma

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco, em plano americano (dos joelhos para cima), de uma cena da peça: Yerma, de Federico Garcia Lorca, com direção de Antunes Filho, apresentada no Teatro Brasileiro de Comédia, em 1962. A personagem Yerma, interpretada por Cleide Yáconis, de blusa preta de mangas longas e saia pregueada, está descendo uma escadaria com os braços e mãos abertos, os olhos arregalados, o corpo ligeiramente inclinado para o lado, olhando para esquerda. Atrás dela, está Juan, interpretado por Raul Cortez, de casaco preto sobre blusa branca, com um braço dobrado na frente do corpo, sério, olhando para Yerma. Ela é branca, com cabelos pretos presos, sobrancelhas escuras e nariz afilado. Tem um grande terço preto pendurado no pescoço. Juan é um homem branco, alto e magro, com cabelos castanhos lisos penteados de lado. Atrás deles, no alto da escadaria, uma porta dupla fechada que remete à uma igreja e vegetação.

Fotografia em preto e branco da peça Yerma.
Cleyde Yáconis e Raul Cortez.
Fotografia em preto e branco da peça Yerma.
Cleyde Yáconis.

Yerma

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco, em plano médio (da cintura para cima), de uma cena da peça: Yerma, de Federico Garcia Lorca, com direção de Antunes Filho, apresentada no Teatro Brasileiro de Comédia em 1962. A personagem Yerma, interpretada por Cleide Yáconis, com um xale preto cobrindo a cabeça, parte do rosto e tronco, está em pé segurando uma grande vela branca acesa. Ela é uma mulher branca, com cabelos e olhos pretos. Atrás dela, uma escadaria e um prédio que remete a uma igreja com porta dupla aberta.

Yerma

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco do diretor do espetáculo Yerma, Antunes Filho, de perfil, sentado à esquerda em uma escadaria, olhando para Dina Lisboa e Cleide Yáconis que estão sentadas mais acima, à direita. Antunes Filho é um homem branco, magro, de cabelos pretos e curtos. Veste suéter sobre camisa clara com o colarinho para fora e calça social. Dina Lisboa é uma mulher de pele clara, veste uma saia longa e clara, com peitilho e babado na bainha sobre blusa preta. Usa um chapéu de abas largas preto sobre lenço branco amarrado no queixo. Está com as pernas cruzadas e as mãos apoiadas sobre as pernas. Cleide Yáconis é uma mulher branca com cabelos louros curtos. Usa blusa branca com decote V e saia longa. Está sentada com as pernas dobradas e juntas e os braços cruzados.

Fotografia em preto e branco da peça Yerma.
Stênio Garcia, Antunes Filho e Cleyde Yáconis
Fotografia em preto e branco da peça Yerma.
Antunes Filho, Dina Lisboa e Cleyde Yáconis

Yerma

Audiodescrição: Fotografia em preto e branco, em plano americano (dos joelhos para cima), de Stenio Garcia, Antunes Filho, Cleide Yáconis e mais um jovem de terno e gravata, todos em pé. Cleide Yáconis, de blusa branca sobre saia escura longa, está entre Antunes Filho e o jovem, sorridente, com o braço flexionado. Stenio Garcia é um homem branco, com cabelos escuros e grandes entradas. Veste jaqueta preta sobre camisa branca e calça escura. Está com os dois polegares apoiados no cinto da calça, observando o grupo, sério. Antunes Filho, o diretor da peça Yerma, é um homem branco, magro, com cabelos pretos curtos e testa larga. Ele está com a boca ligeiramente aberta e os braços apoiados em Stenio e Cleide. O terceiro homem é branco, com cabelos bem curtos. Usa óculos com armação de metal e está com as mãos nos bolsos da calça.

Audiodescrição: VER COM PALAVRAS Roteiro: Lívia Motta e Rosângela Fávaro Consultoria: Roseli Garcia